História do Clube parte 4

Exclusivamente o Armandino Dias, Carlos Cruz, Pedrosa e João Macedo eram naturais da Feira Nova; Lúcio Guimarães de Riba d’Ave; Chinquilho de Soutelo e os restantes eram de Braga.

Entre as épocas de 1945 e 1950 outros jogadores naturais da nossa terra jogaram pelo F.C.A:

  • Alberto Ramos
  • Agostinho Martins “Maçota”
  • Tomé Gonçalves
  • João Gonçalves “Tintureiro”
  • Arnaldo Vitoriano
  • “Dú”
  • João Almeida
  • Leonildo Menezes
  • Pintassilgo
  • Silvino
  • José Barbosa de Macedo
  • “Pereira”
  • António Abreu Dias
  • José de Sousa
  • “Zé da Juda"

era Guarda Redes o qual devido à sua altura nem precisava de saltar para defender as bolas rematadas em altura sem dúvida o homem mais alto da nossa terra, sendo assim conhecido como “Zé Grande”.

Alguns futebolistas Feiranovenses que nessa época alinharam no Futebol Clube de Amares foram transferidos para clubes da 1ª e 2ª Divisão Nacional como foi o caso de Ernesto Calheiros Cruz “Nené” que se destacou vários anos no Sporting Clube de Braga, Francisco Martins Gonçalves “Chico Tintureiro” foi contratado pelo Sporting Clube de Espinho.

Além do Futebol Clube de Amares existiam na Feira Nova outros dois clubes, O grupo Desportivo da Casa do Povo pertencente à Casa do Povo e o Grupo Desportivo “Os Leões da Modelar” fundado em 1955 pelo Sr. Paulo Rebelo Barbosa de Macedo e o seu tio o Sr. Felisberto Barbosa de Macedo tendo este último sido eleito o primeiro presidente do referido grupo de futebol. Na equipa alinhavam na sua grande maioria jogadores que eram funcionários ao serviço de todas os estabelecimentos comerciais pertencentes ao Sr. Paulo Barbosa de Macedo tais como a Padaria Aurora do Minho, Armazéns da Feira e A Modelar.

Na altura o entusiasmo dos Feiranovenses em torno da sua equipa de futebol deu origem à composição de várias canções por parte dos poetas locais que eram entoadas durante os jogos salientando-se entre eles o saudoso Sr. Francisco Calheiros de Abreu.

Nessa altura surgiu a popular marcha “Feira Nova, um grito de amor”, que é considerada o hino oficial da nossa terra, e já serviu de tema para as Marchas de Santo António.

“Feira Nova, um grito de amor” Marcha/Canção

Feira nova, Feira nova

É um grito de amor

Que temos no seio

E que com anseio

Nos sai com fervor

~

Temos uma feira

A quem emprestamos

Certa animação

E no coração

Hoje conservamos

~

Nesta terra tão formosa,

Tão bonita e tão airosa

De tão belas tradições,

Há um grupo afamado,

Em que vive rodeado

Dos mais nobres corações

~

Nada falta nesta terra, Olé!

Nem mulheres para amar

Há comércio e oficinas

Há raparigas ladinas

É uma terra de encantar.